Dia Mundial da Água é lembrado na Guarda do Embaú

Organizações sociais da Guarda lutam pela saúde do Rio da Madre – foto Plínio Bordin

Representantes da Reserva Mundial de Surf (RMS), do Movimento SOS Rio da Madre, do Instituto Atletas da Natureza e das associações dos Pescadores, dos Surfistas e dos Canoeiros foram para a beira do Rio da Madre, nesta manhã, dia 22, na Guarda do Embaú, divisa entre Palhoça e Paulo Lopes, em Santa Catarina, para reverenciar um dia tão especial: O “Dia Mundial da Água”.

Segundo a placa do Movimento SOS Rio da Madre realizado em 26 de fevereiro de 2011, desde então, são 2.944 dias de espera para o início das obras do saneamento básico, que ainda nem modelo definido tem. Nas últimas análises do órgão estadual, a Fatma, hoje Instituto do Meio Ambiente, o único ponto analisado no rio em frente da vila vem apresentando coliformes fecais acima do normal.

Segundo Marcos Aurélio Gungel, o Kito, presidente do Comitê Executivo da RMS, para obter informações mais aprofundadas sobre a saúde do Rio da Madre a Reserva Mundial de Surf (RMS) da Guarda do Embaú, com o apoio da Save the Waves Coalition (STW) e da empresa catarinense QMC Saneamento, está realizando durante um ano a coleta da água em 10 pontos diferentes para análise.

A comunidade da Guarda do Embaú que luta incasanvelmente por um olhar diferente dos gestores públicos para o lugar  tem no Rio da Madre seu grande diferencial, mas que está correndo sério risco de ficar muito mal de “saúde” se não forem tomadas as providências em seu entorno, como a regeneração da mata ciliar, o saneamento básico da região ribeirinha e o cuidado no trato do cultivo das plantações do arroz, entre outros.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

1 × 3 =

77 − 68 =